Capítulo Três: Uma Enorme Quantidade de Informação

Toko Gelap di Era Kebangkitan Aura Orang ini hidup dengan penuh kelicikan hingga saat ini. 2376kata 2026-03-11 14:33:31

“Buscar comprador”—atrás dessas palavras havia ainda uma pequena lupa, e Qin Jing, por instinto, quis pressioná-la.

No instante seguinte, a imagem do espelho oscilou, como se Qin Jing estivesse a comandar tudo com clamor de seu próprio pensamento; e então, surgiram, lado a lado, três breves vídeos dinâmicos.

No primeiro, vislumbrava-se uma jovem mulher, de beleza comum, sentada diante do computador, navegando por páginas da internet—e a página detinha-se na loja oficial da Chanel no JD. O objeto do seu interesse era precisamente aquela bolsa que repousava nas mãos de Qin Jing.

“Ai, quando será que conseguirei juntar dinheiro suficiente para comprar uma Chanel?”—murmurava a moça no vídeo, com um desejo tão intenso quanto pungente...

A cena findava ali, e logo uma sequência de dados era exibida:

Fang Yuan, principal objetivo de compra mental: bolsa de mão Chanel; preço psicológico: 55.000 yuan (com juros de parcelamento). Avaliação do cliente: ruim. Informações telefônicas: 1g.

No segundo vídeo, surgia uma mulher envolta em sedas negras de Chanel—“bela”, talvez, aos olhos de alguns.

Rosto redondo, braços roliços, pernas grossas e cilíndricas, corpo de curvas generosas; nesse momento, agitava as mãos numa loja exclusiva da Chanel: “É o modelo mais recente? Levo!”

Fim da gravação; dados exibidos:

Hu Chaoge, principal objetivo de compra mental: bolsa de mão Chanel (modelo usado por Chen Hua); preço psicológico: entre 50 mil e 100 mil, pagamento integral; avaliação do cliente: boa. Informações telefônicas e geolocalização: 10g.

“Hum, é ela...”

Qin Jing reconhecia a segunda cliente: irmã de Hu Chaoyang, também pertencente à segunda geração abastada, sempre autodenominando-se “rica, bela e branca”. Não mantinha laços com Qin Jing, mas era inimiga declarada de Chen Hua—viviam a se provocar mutuamente. Se Hu Chaoge soubesse que Chen Hua estava tão em apuros a ponto de vender sua Chanel, talvez realmente oferecesse cem mil num arroubo de ostentação.

Porém, ainda havia o terceiro.

Qin Jing voltou-se então para o terceiro vídeo, pois, homem de discernimento, não se resignaria a vender algo tão precioso a Hu Chaoge unicamente por dinheiro.

Contudo, para seu espanto, o terceiro vídeo era puro vazio: uma tela branca, onde nada se via. Após três segundos de silêncio, de súbito, o vídeo mudou, e uma linha de texto surgiu:

Bruxa Jéssica, principal objetivo de compra mental: todo e qualquer artigo de luxo da Chanel; preço psicológico: desconhecido; avaliação do cliente: excelente.

E não era tudo. Mal as letras dissiparam-se, a tela do espelho mágico transmutou-se, e, no instante seguinte, uma luz fulgurante irrompeu do sapiente vidro. Qin Jing viu, atônito, um braço alvo como a neve, longo e delicado, emergir de dentro do espelho...

“Hss—!”

Qin Jing arfou, petrificado diante da cena, o pensamento suspenso como se o próprio tempo houvesse parado.

Um braço esguio, um colo opulento e alvo, um rosto de brancura imaculada, e um vestido longo de seda verde-escura; num piscar de olhos, uma figura saída de um filme de fantasia materializava-se diante de Qin Jing.

Mais precisamente, parecia um personagem de “feiticeira” de algum RPG on-line. A primeira impressão que lhe assomou à mente foi: “Que cosplay primoroso!”

Mas Qin Jing sabia—não era cosplay. Era real! A aparição vestia-se com leveza tal, que, ao baixar os olhos, Qin Jing podia divisar, com nitidez, a pedra rubi incrustada em seu abdômen liso.

Na mão, ela empunhava um cajado de ao menos dois metros, encimado por uma gema colossal, do tamanho de uma cabeça de bebê.

Com o advento daquela presença, no espelho mágico atrás dela emergiu uma última mensagem:

“Primeira vez utilizando habilidade de venda em nível de domínio: convocação gratuita do comprador mais adequado.”

Qin Jing não sabia se devia amaldiçoar ou se calar. Jamais imaginara que o tom do sistema GDP poderia transformar-se de modo tão abrupto—não era para ser apenas um plugin de compra e venda? Eu só queria brincar de enciclopédia contigo, e agora você me convoca... uma fada?

Sim, Qin Jing mantinha o olhar baixo, temendo perder-se na beleza da mulher diante de si. Tamanha era sua formosura, que, no instante em que surgira, sentiu seu coração disparar descompassadamente. Aquela beleza, de fato, não deveria existir na Terra.

Mulheres terrenas, fossem estrelas ou beldades anônimas, jamais exibiriam tão perfeita maciez de pele, tal alvura, ou um rosto de contornos mistos, irreais e, paradoxalmente, dotados de uma beleza híbrida. E o magnetismo que dela emanava, um feitiço irresistível, era digno de uma súcubo das lendas.

Qin Jing suspeitou que, se ousasse fitá-la diretamente, mesmo de pé, perder-se-ia sem remédio.

“Que curioso, este lugar é... a Terra?”

As primeiras palavras da mulher soaram como um enigma para Qin Jing: que situação era aquela? Ela conhecia a Terra?

“És um invocador? Não esperava encontrar um mestre invocador neste mundo. Saudações, sou Jéssica Tio, bruxa do mundo mítico.”

Ao ouvir isso, Qin Jing sentiu o coração estremecer: Jéssica devia ser uma entidade de algum plano supremo, tão poderosa que conhecia a Terra—mas por que não percebia que ele era apenas um homem comum? Sua voz, além disso, era serena demais. Não diziam as lendas que, para seres assim, os mortais não passavam de formigas?

A maior virtude de Qin Jing era sua coragem para encarar as agruras da vida; por mais dura que fosse a realidade, sabia que nada mudava ao sabor da própria vontade, e, por isso, perseverava mesmo diante das provações mais severas.

Como agora: ao pensar nisso, reuniu toda sua coragem e ergueu o rosto—e então percebeu, surpreso, que a mulher permanecia bela, uma obra de arte saída da ficção, mas já não irradiava aquele magnetismo enlouquecedor.

O motivo era claro: ao redor dela, formara-se uma película diáfana, um véu que a isolava do mundo exterior.

Seria obra do GDP?

Nesse momento, o olhar de Jéssica pousou sobre o pacote em suas mãos; seus olhos brilharam, enquanto apontava a bolsa da Chanel e indagava: “É uma edição limitada da Chanel?”

Qin Jing duvidou de seus próprios ouvidos, pois naquela frase percebeu um leque de emoções: surpresa, expectativa, desejo, cautela e até medo.

Surpresa e desejo, compreendia; mas cautela e medo? Temeria ela a ele? Não, temia a película que a separava da Terra—temia o GDP.

Ao perceber isso, Qin Jing se tranquilizou um pouco, e, erguendo a bolsa com um sorriso, replicou: “É apenas um artigo de luxo. No seu mundo, imagino que não faltem.”

Jéssica hesitou, seus olhos reluzindo: “Na verdade, faltam sim. Você teria muitos desses? Poderia me ceder um?”

Ao ouvir a palavra “negociação”, Qin Jing recuperou o ânimo.

“Ceder? Ora, ora!”

Jéssica mordeu suavemente o lábio inferior, corado e tentador: “Sei que transações entre planos paralelos podem causar grandes perturbações espaço-temporais, mas, para artigos de luxo do período anterior ao despertar da energia espiritual na Terra, nutro um desejo imenso. Por favor, proponha seu preço.”

Qin Jing ficou pasmo—quanta informação carregava aquela simples frase, dita por uma beldade de outro mundo!